A origem
Este lote vem da Fazenda Roseira, na Região Vulcânica de Minas Gerais, nas proximidades de Campestre e Bandeira do Sul. A propriedade carrega uma história familiar ligada ao café há mais de um século, mantendo viva uma relação com a cafeicultura que atravessa gerações.
Patrick Reis representa a quarta geração dessa história. É nesse contexto que nasce o lote escolhido pela Pure Black: um café cuja identidade começa muito antes de chegar ao torrador.
O café
Cultivado a aproximadamente 980 metros de altitude, este Catuaí Amarelo da safra de 2026 passou pelo processo cereja descascado (CD). Após o processamento, os grãos foram secos em camada fina, em terreiro de cimento e a céu aberto.
A seleção desse lote parte de suas características sensoriais e do potencial de construir uma xícara marcada pela doçura, pelas notas frutadas e por uma acidez cítrica.
A torra Pure Black
Cada café pede uma abordagem própria. Na Pure Black, a torra é pensada a partir das características do grão e da experiência que queremos proporcionar na xícara.
Para este lote, a intenção editorial é valorizar sua doçura e expressão frutada, buscando equilíbrio entre acidez, corpo e finalização. O perfil definitivo deve refletir os resultados das provas de torra, sem esconder as particularidades que o tornam único.
Na xícara
Caramelo, frutas vermelhas e acidez cítrica são as características que definem o perfil sensorial deste café. Com pontuação informada de 85 pontos, é uma escolha para quem procura uma xícara doce, com presença de frutas e uma acidez que traz vivacidade à experiência.
A descrição final de corpo, textura e persistência pode ser acrescentada após a avaliação sensorial do lote já torrado.
Ficha técnica
- Produtor
- Patrick Reis
- Fazenda
- Roseira
- Região
- Região Vulcânica, MG
- Variedade
- Catuaí Amarelo
- Safra
- 2026
- Altitude
- 980 m
- Processamento
- Cereja descascado (CD)
- Secagem
- Terreiro de cimento, céu aberto
- Pontuação
- 85 pontos
- Notas sensoriais
- Caramelo, Frutas vermelhas, Cítrico
